A educação não está ameaçada por mudar ou inovar, nem por experimentar novas práticas, metodologias ou caminhos. Sua identidade (valores, missão, princípios e sentido), já está dada e é sólida.

O verdadeiro obstáculo está no medo: medo de errar, de sair do conhecido, de romper com práticas tradicionais, de ser julgado ou de perder controle. Esse medo acaba paralisando a inovação e mantendo a educação presa a modelos que já não respondem plenamente aos desafios do presente.
O desafio é a coragem de inovar sem medo:
– inovar não significa abandonar a identidade;
– inovar é uma forma de expressá-la de modo mais fiel e atual;
– sem coragem para fazer diferente, a educação tende a repetir práticas e, consequentemente, resultados.
A proposta é provocar educadores e instituições a confiarem na própria identidade para ousar, experimentar e transformar, reconhecendo que o maior risco não está na mudança, mas na imobilidade.